Houve um tempo na minha eterna caminhada em que eu ganhava a vida como motorista de táxi. Os
passageiros embarcavam totalmente anônimos. E, às vezes, me contavam
episódios de suas vidas, suas alegrias e suas tristezas...
Encontrei pessoas que me surpreenderam. Mas, NENHUMA como aquela da
noite de 25 para 26 de julho do último ano em que trabalhei na praça!
Havia recebido já tarde da noite uma chamada vinda de um pequeno
prédio de tijolinhos em uma rua tranquila.

