Marcus Cesaris

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segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

saudade gaudéria















A dor da saudade arde como a brasa fina das desilusões, enfrenadas na lonca interminável do tempo;
Os potros livres da minha solidão correm livres no imenso planalto do meu peito esperando ver-te entre os serros comos cabelos cor d'ouro sibilando no vento.
Sinto a melodia fina do minuano como o ressonar de uma bela moça pele alva e delicada do meu lado na cama, mas quando precede um temporal o uivo do vento entre as velhas cercas de pedra parecem sussurros de horror e lamento.
Assim como o bufo do graxaim nas pradarias, espero que um dia encontre o amor da minha vida, uma moça que faça meu eterno e xucro coração bater de novo em compasso com outro.

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